sexta-feira, 31 de julho de 2009

Noites de Luz, câmera e ação no espiritismo

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Em Goiânia nos dias 25 e 26 de Julho, o movimento espírita projetou uma nova forma para sua divulgação. A 1° Mostra Goiana de Cinema e Vídeo Espírita vem como uma resposta a diversas produções isoladas no Brasil. Existem muitos diretores de vídeos e filmes espíritas que não possuem um espaço para exibir suas produções. As inscrições vieram do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Goiás. Foram divididos em cinco categorias: curta, média, longa, curta mocidade e vídeo-clipe. No total foram vinte vídeos inscritos e dez selecionados pela Comissão avaliadora, que analisou dois critérios: o conteúdo doutrinário e a qualidade técnica.

A Mostra é uma iniciativa da FEEGO – Federação Espírita do Estado de Goiás, em parceria com a ABRARTE – Associação Brasileira de Artistas Espíritas, o Instituto Arte e Vida, de Franca – SP, Mocizade (Movimento Espírita Jovem – GO), Grupo Arte Nascente e o NAVE – Núcleo de Audiovisual Espírita – GO. O evento integra o V Encontro Estadual de Comunicação Social Espírita e foi um sucesso total.

Nos dois dias cerca de 300 pessoas assistiram e discutiram sobre o cinema espírita. No sábado, a exibição do filme Bezerra de Menezes, o diário de um espírito seguiu-se de um debate com o diretor do filme Glauber Filho, juntamente com Merhy Seba, Coordenador da Área de Comunicação Social Espírita do Conselho Nacional da FEB.

No domingo a exibição dos filmes foi apresentada pelo ator Marcus Gouveia, que falou sobre cada um. E para o ano que vem estão previstas as estréias de três filmes: Chico Xavier, de Daniel Filho, baseado no livro As vidas de Chico, de Marcel Souto Maior; As Mães de Chico, dirigido por Glauber Filho, Joel Pimentel (que também dirigiram Bezerra de Menezes) e Halder Gomes; além do filme Nosso Lar, baseado na obra de Chico de 1944.

Ao final do evento, uma nítida sensação pairava no ar, a de que mais uma expressão artística se torna possível para a divulgação do espiritismo. É claro que para que ela se torne autêntica não é preciso apenas conhecimento técnico, mas também muito estudo, para se evitar os desvios doutrinários.


Fonte: Lucas de Pádua (Coordenador da Mostra)

terça-feira, 28 de julho de 2009

A INDISPENSÁVEL QUALIDADE DA ARTE ESPÍRITA

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Por Merlânio Maia em ago/2002.

Allan Kardec, depois de compilar e codificar a Doutrina Espírita, vestiu-se como arauto maior da divulgação e da defesa desta gigantesca causa. É fácil ver nos seus escritos, nos seus discursos o amor pela idéia nova que engrandeceria a humanidade.


Assim seus discursos, de uma lógica irretorquível, não deixavam dúvidas sobre o momento em que o espírito venceria a matéria, e a luz baniria as trevas.

Seu sonho foi adiante. Sonhou com uma consciência espírita onde os homens, de posse do conhecimento derramado pelo Espiritismo, vivenciariam o bem de tal maneira, que sua moral ilibada contagiaria a todos e a Terra, enfim, respiraria a paz.

Foi com esse entusiasmo que o Codificador pensou a Arte espírita. Ora, se havia uma arte cristã, haveria de nascer uma Arte espírita. Uma arte voltada para a realidade da vida maior. Uma arte que vê Deus sem os limites humanos, porque Deus é muito mais. Uma arte que falasse da sobrevivência à morte, que falasse da evolução infinita dos seres, da reencarnação, da comunicabilidade dos seres que se amam e que sempre estarão unidos, vencendo a morte.

Enfim, o Belo em busca do Bem!

E deve ser bem esta arte, a ser buscada quando nos debruçamos sobre uma temática e nos propomos desenvolvê-la em qualquer das suas expressões: pintura, literatura, poesia, música, teatro, dança, etc.

Já vi muita Arte excelente retratando estes princípios, mas, o que já vi de pseudo-arte que não tem a menor qualidade arrastando-se num pieguismo doentio, na desesperada tentativa de tocar corações...

Vi também Arte mediúnica assinada por espíritos famosos sem o menor comprometimento com as verdades exaradas pelo mundo dos Espíritos, nem com a qualidade artística, tão presente nas obras daquele que a assinou quando encarnado.

E eu chorei. Não pelo que me obrigaram a ver, mas, pelo que estão propalando como a tão falada Arte espírita.

Produções deste tipo depõem contra todos nós os espíritas sérios, principalmente, nós que estamos diretamente vinculados à Arte espírita.

Pela própria compleição intelecto-moral do mestre lionês, bem como, pela sua imensa crença e respeito ao Espiritismo, certamente, não seria esta a Arte que ele adotaria como Arte espírita.

É sabido que as mensagens recebidas por Chico Xavier, a mais perfeita antena parabólica do mundo espiritual, nas palavras de Divaldo P. Franco, chegavam com um percentual de animismo, isto dito pelo próprio espírito Emmanuel (qualquer dúvida leia-se a última página do livro “O Consolador” do mesmo espírito), imagine os outros médiuns?

Esta informação não deve gerar nenhum espanto, pois, desde a edição de O Livro dos Médiuns, já estávamos informados.

E é exatamente por isto, que é preciso dar-se um pouco mais na própria preparação. É preciso ter um mínimo de entendimento sobre o que se faz. Até para colaborar no processo medianímico.

Então, caros companheiros de Arte, não custa nada, estudarmos para dar a qualidade, devida, à nossa Arte!

Aos pintores, que estudem pintura!

Aos poetas que estudem poesia!

Aos músicos, aos atores, aos dançarinos, aos literatos estudem suas especialidades, estudem, estudem, estudem...

Pois só assim a tão sonhada Arte espírita, decantada por Kardec, Denis, André Luis, Emmanuel e tantos outros espíritos, tomará seu lugar, para engrandecer nosso movimento, espalhando tais princípios por todos os cantos do mundo, sem sectarismos, pieguismos, fanatismos e tantos “ismos” depreciativos.

Aí sim, pode-se assumir que existe uma Arte espírita, pois, ela trata de princípios exarados da Doutrina Espírita e, cheia de qualidade enobrecida pela preparação de quem a faz e a conduz.

Charge pais e professora - Educação

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Olá a todos. Ontem recebi por e-mail uma charge muito interessante que irei compartilhar com vocês.Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.

Todo mundo "pensando" em deixar um planeta melhor para nossos filhos...

Quando é que "pensarão" em deixar filhos melhores para o nosso planeta?

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Hospital utiliza a arte para favorecer a recuperação dos pacientes

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Localizado na capital paranaense, o Hospital VITA Batel inaugura, no dia 27 de novembro, o Espaço Cultural VITA Batel. A iniciativa, em parceria com a Zilda Fraletti Galeria de Arte, visa integrar pacientes, médicos, funcionários e acompanhantes e promover o bem-estar no ambiente hospitalar.

Com o Espaço Cultural, a exposição de obras de arte no hall do VITA Batel passa a ser permanente e o hospital receberá os maiores artistas nacionais e internacionais – sempre prestigiando a cultura local. Para a inauguração do Espaço, a marchand Zilda Fraletti escolheu obras das artistas plásticas curitibanas Guita Soifer, Juliane Fuganti e Estela Sandrini.

De acordo a marchand, “os artistas ficam realizados em saber que as obras estão ajudando a aproximar e animar os pacientes”. O Espaço Cultural VITA Batel faz parte do projeto de humanização hospitalar do Grupo VITA.

O conceito de humanização pode ser traduzido como uma busca incessante do conforto físico, psíquico e espiritual ao paciente, família e equipe. Segundo o vice-presidente do Grupo VITA, Francisco Balestrin, “o investimento em humanização é imprescindível para evitar que o alto desenvolvimento tecnológico na medicina coloque o relacionamento com o paciente em segundo plano”, explica.

Especialistas que trabalham com humanização afirmam que a suavização do ambiente hospitalar promove a redução do tempo de internação, aumento do bem-estar dos próprios funcionários e a diminuição das faltas no trabalho.

Para o médico psiquiatra do VITA, André Astete, é preciso desenvolver ações relevantes para o processo de adesão ao tratamento. “Um ambiente menos hostil ajuda o paciente a diminuir o nível de estresse e, conseqüentemente, se recuperar mais rápido”. Astete explica que um alto nível de estresse pode provocar distúrbios imunológicos num paciente, que já está com a resistência do organismo baixa, devido à doença.

De acordo com o psiquiatra, as pessoas geralmente associam a palavra hospital a um termo opressor. “É preciso ajudar o paciente a se reorganizar psicologicamente e superar as conotações negativas que alguns hospitais apresentam”. Para o psiquiatra, “um corredor não precisa ser apenas um lugar de passagem, as salas de espera não precisam ter apenas cadeiras. É preciso que todos se sintam à vontade, e isso não é possível apenas entre máquinas, aparelhos médicos e paredes pálidas”.

Já a psicóloga da UTI do VITA e coordenadora do Comitê de Humanização da Associação de Medicina Intensiva Brasileira, Raquel Pusch, destaca a importância dos profissionais de atendimento no processo de humanização: “a responsabilidade da equipe se estende para além das intervenções tecnológicas e farmacológicas. O objetivo é implementar o conceito de que é necessário cuidar do outro como você gostaria de ser cuidado – e isso significa não apenas grandes investimentos na busca da excelência em hotelaria hospitalar, mas também a importância dos pequenos gestos, como um simples abraço de conforto ou cinco minutos a mais de atenção a um paciente deprimido”.

Ela ressalta ainda a importância de um ambiente agradável para o conforto dos familiares, que são determinantes na recuperação do paciente. “A família freqüentemente sente-se desamparada e temerosa à beira do leito de um hospital. Os tubos, curativos, fios e aparelhos, com os quais a equipe médica está tão acostumada, podem ser amedrontadores para os familiares” explica.

A arte como extensão do homem (da periferia)

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por Camila Putti

A arte tem o poder de renovar a convivência entre as pessoas. Num ambiente marcado pela exclusão, pela violência e falta de perspectivas, é ela que transforma e humaniza as grandes periferias. A produção artística nos subúrbios cria um mundo imaginário (mas real!) onde se é possível conhecer o outro e, principalmente, a nós mesmos. A cultura suburbana explora o local, o espaço de convivência, o cotidiano, o que é incômodo. Seus artistas convertem suas experiências numa existência inovadora, onde a conquista do ser e da própria identidade é, quase sempre, alcançada.

As grandes influências da arte feita na periferia vêm de lutas antigas por espaço e visibilidade. Artes que resgatam raízes, costumes, história. O Hip-Hop, artes plásticas, o audiovisual independente, as danças folclóricas, a música alternativa e o teatro. Tudo produzido num contexto árduo, com poucos recursos, pouco incentivo e um tanto de discriminação.

Nestas regiões, a arte exerce muito mais que uma função catártica, atuando também como um agente social, uma vez que eleva o indivíduo da condição de esquecido ou excluído para a de produtor independente, pintor, cantor, dançarino, repentista, grafiteiro, etc. Deste modo, ganhando um reconhecimento que, de uma outra forma, dificilmente lhe seria atribuído. É no bairro, na comunidade, no gueto, que o artista fideliza o seu público. Mantendo com este, uma relação intensa e aberta. E muitas vezes, seu público torna-se um "co-artista" de suas produções. Porque nos subúrbios, a distância entre um e outro é pequena. Ambos fazem parte de uma mesma totalidade, em que a arte e a manifestação da cultura agem como instrumentos de afirmação.

A importância da arte na periferia se fundamenta no resgate das raízes culturais de seus moradores e na elevação de sua auto-estima. Ela faz o indivíduo pertencer a sua comunidade e se sentir pertence dela, causando um importante processo de transformação nesta micro-sociedade. É fora dos grandes centros urbanos que se percebe a necessidade de se valorizar o que é autêntico, o que é peculiar, o que é próprio de cada grupo. A arte torna-se, então, um caminho de descobertas, de trocas, de potencialização. Faz o artista se conectar com o mundo e fazer parte de uma extensão muito maior que sua vida cheia de adversidades e lutas diárias.

Sua função nas periferias vai muito além da "desmarginalização". A arte e a cultura formam um novo indivíduo, com mais habilidades, mais sensibilidade - no que diz respeito a percepção -, com mais esperança, com mais respeito ao seu próprio país que o coloca na situação de marginalizado. Elas trazem para a periferia uma segunda chance. Um escape do dia-a-dia. Transforma esta sociedade num espaço mais solidário, mais produtivo, mais rico, e efervescente.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Audiobooks (MP3) - O Livro dos Espíritos

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Este é um excelente audiobook!
Os arquivos estão hospedados em um skydrive do MSN.
Basta acessar as pastas, logo os arquivos e realizar o download.
>>Download: AQUI

CD Divaldo P. Franco- A Felicidade na Visão Espírita

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Uma ótima conferência. Vale a pena!
"Se existe uma aspiração comum no ser humano, é a de alcançar a felicidade. Mas a felicidade, que ainda não é deste mundo, pode começar aqui. Para tanto, é necessário conhecer as regras e os caminhos. Divaldo aborda o tema, oferecendo subsídios para melhor compreender o que é a felicidade real, neste plano e no mais-além."

>Download: AQUI

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Espitirinhas

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Navengando pela rede, uma amiga me indicou um blog que contém tirinhas de boa qualidade, desenhadas pelo Wilton Pontes.

Recomendo vocês visitarem o blog e conferir o trabalho dele:

Eis uma que achei bem interessante:(Clique na tirinha para ampliar)

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Elis Regina, cantora espírita?

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E não é que a Pimentinha, Elis Regina, também foi espírita? Não só estudava a doutrina sistematizada por Kardec, como freqüentava um centro espírita em Curitiba e psicografava. De quebra, ainda serviu de ponte para a adesão de outros nomes notáveis da MPB ao espiritismo, a exemplo de Clara Nunes. O texto abaixo, que encontramos no Tablóide Digital, dá alguns detalhes pouco conhecidos sobre a vivência espírita da cantora. Ele foi escrito por Aramis Millarch e publicado no jornal Estado do Paraná, em 24 de janeiro de 1982, cinco dias após a morte da Pequena Notável.

Elis Regina foi durante muitos anos uma das maiores incentivadoras das obras filantrópicas que o espírita Amaury da Cruz desenvolve através do Centro Espírita Dr. Leocádio. Participando das sessões do Centro dedicado à fé kardecista, Elis Regina sempre foi bastante discreta em torno desta sua atividade e pelo fato da doutrina de Alan Kardeck (Leon Hipolyte Denizar Revail [sic] , 1804-1869) condenar totalmente o suicídio, todos que conheciam bem Elis Regina não acreditam, de forma alguma, que ela tenha, voluntariamente, posto fim a sua vida na manhã de segunda-feira.

A ligação de Elis Regina com o Centro Espírita Dr. Leocádio José Correa a levou, algumas vezes, fazer shows em favor de obras sociais auxiliadas pelo professor e médium Amaury Cruz – numa contribuição das mais meritórias e que fazia aumentar ainda mais o respeito e carinho que tantos tinham por sua pessoa. A ligação de Elis Regina com o professor Amaury Cruz e seus companheiros do Centro Espírita Dr. Leocádio José Correa e as graças recebidas, fez com que inúmeros de outros famosos da vida artística brasileira também passassem a freqüentar suas sessões, num trabalho discreto e que nunca teve qualquer exploração publicitária.

Entre outros já freqüentaram o Centro Espírita Dr. Leocádio José Correa, nestes últimos anos, artistas como Roberto Carlos, Clara Nunes e Geraldo Del Rey – este, aliás, por um longo período.

Imagina só, umas das maiores cantoras brasileiras de todos os tempos fazendo show em prol de instituições espíritas! Pra completar, só faltava Elis Regina cantar música espírita também... Bom, se pensarmos em música espírita como a composição musical escrita sob influência do espiritismo, que expressa um sentimento coerente com a visão de mundo espírita... Então ela cantou! Não só cantou como gravou!
Confira esta raríssima composição
No Céu da Vibração, de Gilberto Gil. Uma homenagem a Chico Xavier, interpretada ao vivo por Elis!

Fonte: http://espiritodearte.blogspot.com

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Pensamento Sideral - Alma Sonora

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O grupo Alma Sonora iniciou seu trabalho em 1996, em Curitiba. Sua linguagem musical contempla uma miscelânea de estilos e traduz as diferentes influências que receberam seus componentes. Rock, bossa-nova, samba, funk, blues, jazz estão presentes nas canções do grupo. Nas letras há caminhos mais definidos: fala-se da existência, das forças da natureza, do amor, das virtudes humanas, da transcendência. Seus integrantes querem evitar o niilismo e o pessimismo que marcam certas tendências contemporâneas. Isto não quer dizer que a realidade do presente não seja mostrada.

Integrantes:

AleAzuma: Percussão, violão, vocal
André Luiz Dias: vocal
Douglas Thá Júnior: Guitarra, Violão de aço, vocal, programações
Saulo Albach: Baixo, violão, vocal


quarta-feira, 8 de julho de 2009

Chico Xavier - O filme / NOVAS FOTOS

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Letícia Sabatella fez sucesso com as crianças da cidade e foi atenciosa e sorridente com todos.
O cemitério construído pela direção de arte de Chico Xavier: tão real que assustou até um segurança
Os pequenos figurantes, alunos da escola de Pedro Leopoldo
O almoço em clima bucólico, sob as árvores e próximo a um rio

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Os câmeras Gilberto Otero (em primeiro plano) e Daniel Duran, `pilotando’ os difíceis movimentos, com Daniel Filho e o diretor de fotografia Nonato Estrela no Video Assist

A Cachoeira da Fumaça, em Carrancas, cidadezinha próxima a Tiradentes, tendo à frente a grua com a câmera posicionada em seu ponto de partida para a cena.

Pelo que é possível visualizar nas fotos, fica fácil perceber que este filme terá uma linda fotográfia.

O que acham?

domingo, 5 de julho de 2009

Começa as filmagens de Chico Xavier - O filme

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Na base da produção, um dos painéis com fotos de Chico Xavier. Este mostra Chico de 1931 a 1959, período em que será vivido pelo ator Ângelo Antônio==>

No dia 28 de Junho, no prédio do antigo Palácio da Justiça, e que em breve abrigará o novo Museu da Justiça, no Centro do Rio. Mas que funcionou como o primeiro set de Chico Xavier. Neste dia foi gravada a primeira cena do filme. As gravações tem previsão de durar oito semanas, durante esse período as equipes irão percorrer três estados e inúmeros cenários diferentes entre externas e estúdios. E quem vai conduzir essa viagem são eles: Chicão, Farinha, Macarrão…

Ao longo desses dois meses, uma mágica a mais estará rondando todos os sets: o espírito mágico (sem qualquer trocadilho) que sempre esteve presente na vida de Chico Xavier.

Um detalhe interessante é que a frase: “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim” Chico Xavier

Esta frase está estampada na camiseta azul clarinha distribuída à toda equipe. No momento em que se começa um projeto como este, as palavras de Chico são como um abraço em todos os envolvidos.

Confira algumas fotos: